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se hace camino al andar

se hace camino al andar

ainda sobre expectativas

tenho a expectativa de que um dia o coração não fique arritmico quando sei sobre acontecimentos da vida do H longe de mim (nós)

este fds pensei sobre convidá-lo ou não a juntar-se a uma das celebrações do meu aniversário (estive presente nas dele com mãe e nosso filho nestes 2 anos de separação e ele veio à minha festa com amigos o ano passado)

para o almoço familiar foi fácil decidir que não, não o quero misturar mais e não creio que ele sinta saudades ou tenha prazer em estar com minha família (mais do que com a mãe "de antigamente" não deve ter saudades de ninguém).  Para ele creio é normal não passar já a conviver com eles e isso não lhe causa qualquer dor, é a vida - ao contrário de mim a quem doería a falta de relação com família dele.

para os copos com amigos... decidi que também não o convidava. continua a não me custar o convívio com ele, sem namorada. mas afastou-se dos meus/nossos amigos à excepção de um. conheceu-os através de mim e deixou-os (curioso que eles não o deixaram, ainda o convidaram mas ou não deu ou deu desculpa).

por isso pensei que não havia razão para eventualmente o pôr no compromisso de aceitar por educação ou eu ouvir que já estáva ocupado. também não devo fomentar o convívio, podemos ser "amigos" na relação que temos que ter por todos os temas que ainda nos obrigam a conversar

e fiquei bem com a decisão, não foi demorada, não mexeu comigo.

hoje vejo no FB, via amiga, a foto dele com namorada numa festa de aniversário e o coração tropeça. não me parece ainda seja amor, há muito não o é estou em crer. mas ainda mexe comigo ver a cara dele - alguém que fez tão parte de mim e meu dia-a-dia - ao lado de outra gaja e num contexto desconhecido e do qual não faço parte. é inegável que me custa e outras vezes só estranho, vê-lo a construir história longe de mim

 

 
publicado às 13:11

leituras #1

«Diverting your attention away from emotion-eliciting situations can help you manage strong emotions. Attentional deployment includes strategies such as distraction, i.e., focusing attention on the non-emotional aspects of a situation, and concentration, i.e., choosing activities to draw attention away from the triggers»

in The Gottman Institute blog

este é um método que uso muito. sempre lhe chamei  "sublimar"

ontem consegui fácilmente passar a outros pensamentos e não caí na tentação de perguntar ao D o que não devia, nem me ajudava para nada saber (onde pai e namorada tinham estado de férias)

 

(hoje passaram dia juntos, filho e pai e vieram almoçar perto do meu trabalho, a um lugar de que os 3 muito gostamos e lembraram-se (o pai obviamente) de me convidar. simpático. fui. foi bom. mas a 3 é sempre! (e fiquei a saber foram a Andorra- e estou bem )

publicado às 15:58

fds com saldo positivo

 

o infante a melhorar da virose de 2 dias e ficou curado

o almoço de sábado ao sol na cumplicidade fácil das amigas

o jantar e serão reacendendo vínculos fortes de amizade de juventude. do melhor.

metade de domingo no trabalho duro mas terapeútico e sempre prazenteiro na horta

e fim de tarde na praia a ver o mar e a conversar com outra amiga

noite de ser calma, de me respeitar, de esforço para vir a estar bem

conclusão: sol, amizade e amigas, respeitar-me e trabalhar arduamente para ir pondo pé ante pé rumo a um futuro mais feliz

... e a casa com cheiro a alfazema que trouxe da horta 

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(life is not always a straight line)

 

publicado às 11:37

non achievements velhos

... praticamente a entrar na rotina dos dias sem terramotos emocionais, naquele suceder dos dias banais de actividades, compromissos e tarefas - boring.  Acabada a luta de sobrevivência, recuperada a estabilidade sentimental, aceite o novo caminho a sós, temo agora os demónios e vicíos intrinsecamente meus... Olho para a frente e vêjo-me com as minhas batalhas de sempre - porque sim, elas ainda aí estão. Ultrapassei "o problema externo" que me foi dado a viver sem escolha mas continuo a ter as pedras acostumadas no meu caminho ...

A vida é composta de problemas e desafios que vamos superando, a diferentes ritmos, para depois passar para outros. Vamos encalhando e superando. Sinto-me algo frustrada por AINDA nao ter superado uns velhos.

Ontem a P. disse-me para pensar no Verão ... e talvez seja isso, devo continuar a pensar por etapas, cada dia ou cada projecto um passo. Tentar ver o caminho todo que tenho pela frente pode ser abrumador. Mas isso acontece-me a mim como a qualquer outro!

Encarar cada desafio, cada problema e cada projecto conferindo-lhes a sua importancia e peso específico - não deixando que me puxem como um todo - e assim não perder a perspectiva.

E além disso, nestes meses anteriores aprendi coisas novas que me ajudaram e ficaram comigo para o futuro e voltei a saber-me capaz de muito.

Resto-me eu, para o bem e para o mal! Com a minha força e os meus eternos defeitos. 

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publicado às 11:44

a realidade mais simples e difícil de acreditar e aceitar

... pelos vistos estava errada e podes não ter que escolher porque quando um dia te apercebes e ganhas consciência, o amor já tinha acabado sem teres dado por isso!

É possível o amor ir acabando sem se ter consciência de que o desfecho do afastamento que sentes é o final irremediável do amor? É possível este grau de inconsciência? de auto desconhecimento?

Não sei como, mas parece que pode acontecer! Aconteceu-lhe. Não será o único certamente.

Hoje continua a ser uma realidade que me deixa incrédula mas já não doi tanto nem preciso de explicação. É. Ponto. Não há mais do que aceitar. No use to dwell on the matter. Avançando.

 

publicado às 07:18

A verdade, a felicidade e outros substantivos

Sou pela verdade.

A mentira é um lugar escuro que acaba por te sugar num vórtice mau e de péssimas consequências.

A verdade dá segurança e gera paz.

Pode ser difícil, mas é infinitamente melhor.

Por isso, hoje, um ano depois do mesmo dia do ano passado, posso, em consciência, afirmar que sou mais feliz.

E eu não temo nem fujo do termo «felicidade».

Para mim, o estado de felicidade ou o "ser feliz" não é um idealismo ou ilusão. Tenho a convicção de que são momentos no meu dia-a-dia que me transmitem essa sensação e sei que são supostos ser escassos. Não é uma meta que devo atingir. Não é um estado constante, não podería nunca ser!. São momentos excepcionais que me dão satisfação e/ou segurança e/ou realização e/ou paz e/ou alegria e/ou esperança ...

E todos estes substantivos são = felicidade.

 

Um ano depois sou mais feliz porque a verdade veio dolorosamente ao de cima e eu estou a lidar com aceitá-la e seguir em frente e a conseguir!

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publicado às 14:43

Melhorando

 

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Estou sozinha. Não é o fim do mundo. Já consigo conversar com ele sem ficar muito mal no fim (ainda verto umas lágrimas) Já consigo ficar satisfeita de que ele esteja a refazer a vida, a dedicar-se a actividades de que gosta. Tal e qual como eu estou fazer. Be whole again is the objective for both of us.

Vejo fotos de amigas em festa e tenho um certo ciúme das fotos em casal ... mas já não me demoro nesses pensamentos. Melhor! já consigo não me demorar nesses sentimentos. Penso, pois ... é bom mas não tenho; sou menos por isso? não! posso ser feliz sozinha? posso! então meia bola e força!

Não vale a pena ficar a pensar que se ..., mas ... e se ... não serve mais do que para ficar infeliz e não faz o meu género!

 

 

publicado às 00:07

no seguimento do post anterior

... triste mesmo essa situação mas eu acho que estou, devagar, devagarinho a entrar noutra de que gosto (e me orgulho) e é bem melhor: a da amizade. 

a fase em que as características que apreciamos e admiramos no outro prevalecem sobre os traços que, enquanto casados começaram, no fim, a ser desesperantes e acabaram por nos afastar.

o perdão vai acontecendo no coração e começa a permitir a convivência tranquila que a partilha de um filho nos impõe.

em Setembro no aniversário do D. foi uma violência o convívio na festa famíliar.

no Natal o espírito foi o adequado devido ao esforço racional.

nestas últimas semanas o jantar e as conversas foram relaxadas, sem tensão.

estou quase a emitir um "aviso à circulação" entre os nossos amigos informando da renovada possibilidade de coincidência em eventos (não que anteriormente tivesse pedido que não houvesse porque todos tiveram tacto).

quiçá, um dia, convivamos os dois ...

 

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publicado às 15:25

a felicidade nos pequenos gestos #2

a felicidade experimentada quando já posso andar descalça, quando conduzo por uma estrada bonita ou a caminho de um destino apetecido ao som de boa música

a felicidade de um ovo estrelado, de um chuveiro quentinho, de um convite para um brunch, ou de ver que tenho favas a crescer

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ou os pequenos mimos do meu infante, são os momentos que fazem o meu dia, as fatias que compôem o todo que é a minha, cada vez mais feliz, vida

 tudo confirmado aqui The book of life

publicado às 16:55

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